No final do ano passado já estava com planos para montar um folheto de apresentação de livros produzidos por mim e o Zé.
E o início de 2012 já começou “meio” turbulento.
Com o projeto a todo vapor, o Zé baixou hospital (duas vezes) por conta de uma trombose. E ele está agora no limbo de horas intermináveis. Vendo-o em uma cama de hospital, lembrei-me da época em que fiquei internada tb. A espera era um tipo de prisão na existência do ser humano, que te devora aos poucos a até sobrar uma pasta massacrada.
Só consigo imaginar o pior a acontecer ao Zé. Preso ao limbo, dependendo da vontade de médicos que surgem fulgazmente em uma hora qualquer. Resta apenas esperar, que mentalmente dura por quase toda a eternidade dos tempos.
O projeto de livros novos?
Faço como posso, enquanto minha racionalidade permite pensar.








































